Mudança no estilo de vida e na prateleira

Novas tendências de consumo apontam escolha por praticidade e segurança alimentar

As novas gerações estão mudando seus hábitos de consumo. O estilo de vida contemporâneo alterou a relação do consumidor com as prateleiras do supermercado. Hoje, a busca por alimentos está pautada em hábitos saudáveis, bem como na comodidade das pessoas que os escolhem. É o caso, por exemplo, da relações-públicas Marta Gomis.

Há sete anos, seus hábitos alimentares começaram a mudar com o nascimento de sua filha Marcela. A transformação em sua rotina também fez com que ela adaptasse as prateleiras da sua despensa. "Depois da maternidade, comecei a me preocupar com a qualidade da alimentação por causa da minha filha", diz. "Não gosto de cozinhar, por isso escolho produtos em que posso confiar. Leio os rótulos e compro aqueles com os ingredientes mais saudáveis. Tento sempre ir para os mais naturais, mas sem perder a praticidade", conta.

Outros casos permeiam a busca por alimentos rápidos, práticos e saudáveis. Há quem tenha restrições alimentares e precise substituir a proteína por uma base vegetal, por exemplo. Ou quem opte por uma dieta nutricional voltada para as atividades físicas. Independentemente do propósito, consumidores dividem alguns pontos de atenção em comum: a escolha de alimentos saudáveis, a praticidade com que podem ser adquiridos e a preocupação com o pós-consumo e o descarte, isto é, o destino das embalagens usadas e o seu impacto ambiental.

"É preciso se adaptar às novas demandas do consumidor, procurando entender suas necessidades", explica Julia Sotera, diretora de Marketing Services da Tetra Pak para as Américas.

As mudanças de hábitos e a aparição de vários canais de consumo no mercado fizeram com que empresas do ramo de alimentos tivessem que se readaptar. Para auxiliar nesse processo, a Tetra Pak trouxe uma prática global da companhia para o Brasil e instalou um Centro de Inovação ao Cliente (CIC) em sua sede de Monte Mor, no interior de São Paulo.

Um dos objetivos é ajudar a indústria a entender esse novo consumidor. Colaborativa, a proposta utiliza as melhores práticas de marketing, inteligência global de mercado, expertise em embalagens e processamento de alimentos e bebidas para desenvolver novos produtos ou aprimorá-los junto com empresas parceiras. "Trouxemos um espaço físico para o mercado onde conseguimos auxiliar nossos clientes do início ao fim de sua produção. Essa metodologia facilita a compreensão do problema e a demanda do consumidor que não era clara. A partir daí criamos uma solução específica, trabalhada a quatro mãos", explica Julia.

Foi o que aconteceu com a Tial, empresa que produz sucos e que recorreu ao CIC para obter a ajuda da Tetra Pak. "Quando começamos esse trabalho, não imaginávamos que passaríamos por tamanha mudança. Com as novas linhas e categorias, precisamos expandir a fábrica e, com isso, aumentamos em 50% nossa capacidade produtiva. Toda a energia gerada com esse projeto fez com que nossa empresa se transformasse", exemplifica Renato Prado, head comercial da Tial.

Menor impacto ambiental

A sustentabilidade faz parte da estratégia da Tetra Pak e direciona as frentes de atuação da companhia. Isso se traduz no investimento tanto em sua produção como na utilização de matérias-primas de origem renovável e no fomento da cadeia pós-consumo de suas embalagens. A embalagem é composta por seis camadas que se alternam entre papel, plástico e alumínio. Até 82% dos materiais que compõem a caixinha vêm de recursos naturais renováveis.

Na Tetra Pak Brasil, todo papel utilizado nas embalagens vem exclusivamente de florestas certificadas pelo FSC® (Forest Stewardship Council®) e outras fontes controladas e grande parte do plástico usado nas caixinhas é feita com cana-de-açúcar. Ao mesmo tempo, a Tetra Pak atua para incentivar a coleta seletiva e a reciclagem das embalagens pós-consumo em matérias-primas para outras indústrias, dentro do conceito da economia circular.

Depois que as caixinhas são descartadas corretamente e chegam aos recicladores, o papel é reciclado nas papeleiras e o plástico-alumínio pode virar placas e telhas, canetas, artigos para a construção civil e objetos de decoração, como poltronas e luminárias.

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