Descrição de chapéu Bradesco

Fórum da Longevidade discute a importância da cultura do cuidado

Iniciativa do Grupo Bradesco Seguros, evento propõe uma reflexão sobre os desafios de criar uma vida mais larga de oportunidades para uma população que envelhece de forma acelerada

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Aos 79 anos e com mais de 55 anos de carreira, Zezé Motta foi a grande homenageada do Fórum da Longevidade Bradesco Seguros. Aplaudida de pé, a cantriz, como gosta de ser chamada, esbanja longevidade e diz estar com vários projetos na TV, cinema e nos palcos. 'Agradeço sempre ao acordar por mais um dia' Divulgação

A população brasileira está envelhecendo em ritmo acelerado. Em uma década, a parcela da população com 60 anos ou mais subiu de 11% para 15%. Projeções indicam que em 2050 cerca de 30% dos brasileiros estarão nessa faixa etária. Essa transformação traz desafios, como a necessidade de intensificar o cuidado, para que todos possam envelhecer com saúde, bem-estar social e emocional e finanças equilibradas.

A Cultura do Cuidado ao Longo da Vida foi o tema central da 16ª edição do Fórum da Longevidade, uma iniciativa do Grupo Bradesco Seguros, que reuniu em São Paulo especialistas, profissionais da saúde, acadêmicos e artistas longevos para uma discussão sobre como construir essa cultura do cuidado.

"Estamos vivendo mais, mas não necessariamente melhor. Precisamos trazer mais vida aos anos e não apenas mais anos à vida", afirma o médico e gerontólogo Alexandre Kalache, consultor de longevidade do Grupo Bradesco Seguros. "A cultura do cuidado é o mais importante e desafiante não só para uma vida mais longa, mas para uma vida mais larga de oportunidades", diz Kalache.

Nas próximas três décadas, a população idosa deverá mais do que dobrar no mundo, superando 1,5 bilhão de pessoas até 2050, segundo a ONU.

"Pela primeira vez na história, sete gerações poderão conviver no mesmo ambiente, com repertórios e hábitos totalmente diferentes. Por isso, precisamos somar experiências e abrir espaço para o debate intergeracional, para criarmos um ambiente mais harmônico e favorável à inclusão de todos", diz Jorge Nasser, diretor presidente da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização.

"A longevidade já é uma realidade e um tema presente em nossas vidas. Estamos começando a entender como dividir as atenções, os recursos, os cuidados e usufruir da sabedoria e da experiência", afirma Nasser.

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O gerontólogo Alexandre Kalache, na abertura do XVI Fórum da Longevidade - Divulgação

Saúde e bem-estar

"Falar de longevidade é falar de cuidado em diversas vertentes da nossa jornada, seja na saúde, na convivência e até nas finanças. Planejar os dias com cuidado e proteção é a nossa grande missão. Por isso, reforçamos o convite a todos, para que comecem agora", diz Ivan Gontijo, presidente do Grupo Bradesco Seguros.

No Brasil de 1920, a expectativa de vida era de 35,4 anos. Em 2020, chegamos a 76,7 anos. Para alcançar essa diferença de 41,3 anos, a melhora nas condições de saúde foi fundamental.

"Sabemos o quanto saúde é importante para compor a qualidade de vida. Buscamos proporcionar a nossos clientes o acesso às grandes descobertas, aos melhores tratamentos e à formação de uma nova cultura, que prioriza a prevenção e as escolhas adequadas a um estilo de vida saudável. Isso é cuidado", afirma Manoel Peres, presidente da Bradesco Saúde e da Mediservice.

Líder em benefícios

"A Bradesco Vida e Previdência se dedica a cuidar do futuro de milhões de brasileiros, para que possam desfrutar ainda mais dos anos com tranquilidade", afirma Nasser, destacando que a empresa é hoje a que mais paga benefícios de previdência privada e seguros no país. Em 2022, foram mais de R$ 33 bilhões em pensões, aposentadorias, benefícios e indenizações.

Apresentado pela atriz Cissa Guimarães, o XVI Fórum da Longevidade Bradesco Seguros contou com palestras da médica pneumologista Margareth Dalcolmo, pesquisadora sênior da Fiocruz e referência no combate à Covid-19, do professor Kiran Rabheru, titular de Psiquiatria na Universidade de Ottawa e psiquiatra geriátrico no Hospital de Ottawa, da atriz e escritora Bruna Lombardi, do economista Fabio Giambiagi, especialista em finanças públicas e previdência social, e da publicitária Rita Almeida, head de estratégia da agência AlmapBBDO. Os shows ficaram por conta de Thalita Pertuzatti e Laila Garin.

O fórum reuniu ainda dois ícones da longevidade nas artes, a atriz e cantora Zezé Motta, 79 anos, e Xuxa Meneghel, 60 anos, que dividiram com o público histórias e lições do que fazem para se manter ativas e produtivas, independentemente da idade.

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Jorge Nasser, diretor presidente da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização - Divulgação

A longevidade já é uma realidade e um tema presente em nossas vidas. Estamos começando a entender como dividir as atenções, os recursos, os cuidados e usufruir da sabedoria e da experiência

Jorge Nasser

Diretor presidente da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização

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Ivan Gontijo, presidente do Grupo Bradesco Seguros - Divulgação

Falar de longevidade é falar de cuidado em diversas vertentes da nossa jornada, seja na saúde, na convivência e até nas finanças. Planejar os dias com cuidado e proteção é a nossa grande missão

Ivan Gontijo

Presidente do Grupo Bradesco Seguros

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Manoel Peres, diretor presidente da Bradesco Saúde e da Mediservice - Divulgação

Saúde é importante para compor a qualidade de vida. Buscamos proporcionar a nossos clientes o acesso às grandes descobertas, aos melhores tratamentos e à prevenção. Isso é cuidado

Manoel Peres

Presidente da Bradesco Saúde e da Mediservice

Público 60+ movimenta R$ 2 trilhões ao ano no Brasil

Com renda familiar 9% superior à média das famílias brasileiras, 9 em cada 10 pessoas acima dos 60 anos contribuem financeiramente em casa, sendo que 43% são seu principal alicerce. São os que mais alugam ou compram imóveis e com frequência recebem amigos em casa, acessam redes sociais e viajam igual ou mais do que dez anos atrás.

Por ano, o público 60+ movimenta cerca de R$ 2 trilhões, nada menos que 20% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Apesar disso, a propaganda ainda pensa o "velho de um jeito velho", revela a pesquisa "A revolução da Longevidade", da AlmapBBDO e Instituto QualiBest. "Eles se sentem invisíveis, desconsiderados", diz Rita Almeida, head de estratégia da agência e palestrante do Fórum da Longevidade.

"É como se tivéssemos duas avenidas: em uma, vemos a sociedade, com seus preconceitos de sempre e um forte medo de envelhecer; na outra, uma revolução que a sociedade ainda não percebeu, das pessoas mais velhas reinventando a forma de envelhecer", afirma a publicitária, com base nas entrevistas com 1.055 pessoas entre 20 e 85 anos das classes A, B e C. É preciso, segundo ela, "inverter completamente a perspectiva com que, culturalmente, olhamos para os 60+: de seres necessitantes para seres desejantes".

"As pessoas mais velhas têm uma enorme pulsão de vida e parecem estar ignorando o senso comum de que envelhecer é finitude", conclui.

*Conteúdo patrocinado produzido pelo Estúdio Folha